Face à greve marcada para amanhã no ML – Metropolitano de Lisboa, ontem decorreu até às 22h00m uma reunião de negociação, sem conclusões, mas que vai ser retomada hoje às 12 horas.
Na ALTICE, face à degradação salarial na empresa, a Frente Sindical (na qual se inclui o SINTTAV, STT e SNTCT) decidiu apresentar, uma proposta para aumento salarial intercalar, de forma a repor parte da desvalorização dos salários e fazer face ao aumento continuado do custo de vida em 2023. al de aumento intercalar.
O SNTSF/FECTRANS entregou, ontem, um pré-aviso de greve para a CP, com a duração de 24 horas para o próximo dia 31 de Maio.
Recebemos ontem cerca das 16 horas, uma comunicação da administração da IP a marcar uma reunião para dia 22 de Maio, das 15h00m às 16h30m, nas instalações do Pragal, como o tema de “Aumento adicional”.
Na reunião de ontem, a administração do ML – Metropolitano de Lisboa, começou por informar que no vencimento do mês Maio será aplicado o 1% por acto de gestão, clarificando que, no máximo, o aumento salarial será de 6,1%, sendo necessário voltar a fazer contas em relação ao que já foi aplicado (31€+2%).
No final de Abril passado, a administração da IP, anunciou um crescimento dos lucros da empresa, tendo registado um valor total de 48 milhões, mais 34 milhões que no ano anterior.
No próximo dia 20 de Maio realiza-se a Marcha pelo Direito à Saúde sob o lema Mais SNS, Melhor Saúde!, com a qual estamos de acordo, pelo que apelamos à participação dos trabalhadores do sector.
A FECTRANS/STRUP realizará no próximo dia 1 de Junho, pelas 10h30m, na estação da Carris em Santo Amaro, uma sessão evocativa da luta de 1968, que ficou conhecida pela “Greve da Mala”.
Em contraproposta à proposta do STRUP/FECTRANS o C.A. da Carris apresentou um valor único de 10€ no preço/hora para os trabalhadores motoristas, guarda-freios, escaladores, inspectores, controladores, oficinais, desempanagem e abastecimento e aos administrativos das secretarias de tráfego, a praticar na semana da Jornada Mundial da Juventude.
Os recentes desenvolvimentos na CP demonstram que, para o governo/administração, para resolver o problema da falta de trabalhadores, passa por práticas de canibalismo laboral.
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