No dia 13 de Dezembro, realizou-se reunião para definição de Serviços Mínimos para a greve que decretámos, nas a pedido da administração a reunião foi suspensa até às 15h30 de 2.ª feira, dia 16.
O SINTTAV entregou um pré-aviso de greve para Centros de Contacto e Lojas de Telecomunicações com início em 23 dez. até 5 de Janeiro 2025.
O SNTCT/FECTRANS vai realizar no próximo dia 23 de Dezembro, plenários “online” com os trabalhadores da INTELCIA, um com início às 10 horas e outro às 15 horas.
Os trabalhadores dos CTT do CDP (Centro de Distribuição Postal, de Figueiró dos Vinhos estão em greve nos dias 18, 19 e 20 de Dezembro.
Os trabalhadores da PORTWAY estarão em greve nos dias 24, 25, 31 de Dezembro e 1 de Janeiro, numa forma de luta pelo aumento do salário acordado, com efeitos retroactivos a 1 de Janeiro de 2024.
Os carteiros da distribuição postal dos CTT da Moita reuniram em plenário e mandataram o SNTCT/FECTRANS a entregar um pré-aviso de greve para os dias 2,3 e 6 a 10 de Janeiro.
A CEO da Altice em reunião com os Sindicatos fez o balanço de 2024, da boa performance e que detém 60% do mercado de telecomunicações. Triplicaram os clientes da MEO Energia, forte crescimento no B2B. Afirmou ainda que a Altice tem de acelerar a transformação tecnológica, está no top 5 europeu na rede fibra. Disse ainda que a Altice está na linha da frente como sempre esteve.
Nos plenários ontem realizados, os trabalhadores do ML – Metropolitano de Lisboa, aprovaram como positivos os resultados alcançados na negociação com a administração e decidiram suspender a greve agendada para hoje e para os eventos especiais e ao trabalho extraordinário.
Os trabalhadores da SANDBUS estão desde ontem em greve pela melhoria das condições, de trabalho, com uma adesão acima dos 80%, o que demonstra a união e compromisso em defesa das reivindicações que motivam a luta.
No passado dia 3, realizou-se uma reunião com a CEO da Altice Portugal, a qual se resumiu em elogios, que em 2024 “fomos os melhores, apresentamos mais uma vez excelentes resultados”, elogios que confortam, mas não pagam as contas dos trabalhadores.
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