A FECTRANS/SNTSF, reuniu no passado dia 2 com os representantes da MTS - Metro Transportes do Sul para debater e obter a resposta à nossa proposta de aumentos salariais e para o aumento nos itens remuneratórios para o ano de 2025 que foi entregue na reunião anterior.
Os trabalhadores do ML – Metropolitano de Lisboa, estarão amanhã em greve, porque apesar das reuniões hoje efectuadas, não se obteve um acordo que responda às reivindicações sindicais.
Os trabalhadores da Auto Viação Feirense e Transportes Beira Douro estiveram hoje, novamente, em luta com uma elevada adesão que afectou grandemente a operação destas empresas.
Ao início da segunda semana de luta nos CTT de Rio Maior, com greves e concentrações, realizou-se uma reunião, de que resultaram compromissos dos responsáveis da empresa, que possibilitaram a suspensão das greves em curso.
Na reunião de hoje com a ACIF (Madeira) o STRAMM/FECTRANS deu “um murro na mesa”, para que, efectivamente, se discutisse o que tinha sido acordado na última reunião.
Os trabalhadores dos CTT de Rio Maior, irão continuar até dia 6 de Dezembro, a sua luta pela melhoria das condições de trabalho, para prestarem um melhor serviço público e, na próxima semana realização ase seguintes concentrações:
Na sequência do pedido de reunião ao Primeiro-ministro, este delegou no MIH – Ministério das Infraestruturas e Habitação, para que reunisse com a FECTRANS, o que acontecerá amanhã, dia 2 de Dezembro, pelas 15h30m.
Os trabalhadores da Auto Viação Feirense e dos Transportes Beira Douro, reunidos em plenário no dia de hoje, reafirmaram a greve de dia 2 de Dezembro, com deslocação à sede da UNIR no Porto para entregar uma resolução.
Em reunião realizada hoje, o Conselho de Administração da CARRIS assume todos os direitos detidos pelos trabalhadores, concretamente a sua antiguidade em todos os seus efeitos: anuidades, categoria profissional, escalão de remuneração e aplicação do RCP.
A IP é uma empresa lucrativa e os números provam-no: 70,7 milhões de euros de lucros no primeiro semestre deste ano, 20 vezes mais do que no mesmo período do ano anterior. Estes resultados só são possíveis graças ao empenho dos trabalhadores, e é justo que esta riqueza seja reflectida nos seus salários.
Pág. 12 de 49