Com uma adesão superior ao dia de ontem, os trabalhadores da CARRIS prosseguiram hoje a sua luta por melhores salários e pela redução do horário de trabalho.
Começou hoje na Carris um ciclo de greves parciais com uma forte adesão dos trabalhadores, superior a 80%, que afectou grandemente o serviço de eléctricos e autocarros na cidade de Lisboa.
Porque é preciso também fazer ouvir a nossa voz a voz dos trabalhadores na rua, o STRUP/FECTRANS convocou um Plenário Geral na CARRIS, com recolha de material no dia 19 de Junho entre as 9.30 h e as 14.30 h.
Com elevados níveis de adesão, similares ao da última greve, os trabalhadores da TST estão hoje novamente em luta, paralisando significativamente a operação da empresa na região onde esta opera.
O Secretário-Geral da CGTP-IN estará manhã (5 de Junho), pelas 08h00m no Caramujo (Cacilhas) com os trabalhadores da TST, que estarão novamente em greve.
Por mais desculpas que o C.A. da Carris invente e a CML faça “ouvidos de mercador”, os dados demonstram e os factos comprovam que há dinheiro e razões de sobra para os trabalhadores lutarem por aquilo a que têm direito.
Novamente no dia de hoje, através da greve os trabalhadores da TST demonstraram a sua determinação na defesa das suas reivindicações, com uma adesão superior a 85%.
Os trabalhadores da TST reunidos em plenário hoje de manhã, decidiram considerar insuficiente a última proposta da administração e manter a greve de amanhã, 28 de Maio.
Face ao descontentamento generalizado dos trabalhadores, expresso no plenário geral de 15 de Maio, o C.A. (Conselho de Administração) veio agora no seu comunicado, tentar justificar porque nos quer continuar a explorar.
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