A FECTRANS enviou hoje à ANTRAM e ANTP, um documento no qual defende que não podem ser os trabalhadores a pagar as despesas inerentes ao seu trabalho.
Tendo em conta que muitos trabalhadores nos contactam acerca das novas regras de entrada no Reino Unido, colocando-nos questões sobre a aquisição do novo documento denominado ETA – “Eletronic Travel Authorization” e relativamente a isso transmitimos a nossa posição de que:
1. Sendo uma obrigação decorrente da actividade que o trabalhador presta à empresa onde labora, o custo com a aquisição do mesmo deve ser suportado pela entidade empregadora, a qual deve proceder à sua aquisição;
2. Quando também por necessidade de serviço os trabalhadores tenham de tirar o passaporte e quando isso não foi condição no acto de admissão, também devem ser os empregadores a suportar os custos inerentes;
3. Devem as associações patronais dar essa indicação a todos os seus associados, para que rapidamente deixe de haver dúvidas sobre a aquisição e pagamento do referido documento.
Para além desta posição junto das associações patronais, o STRUP/FECTRANS já interveio directamente em algumas empresas, havendo já resultados positivos, de as entidades patronais terem assumido a posição que defendemos.
Devem os trabalhadores informar o Sindicato quando lhes é exigido que tratem e paguem o novo documento.
Os custos para os trabalhadores aumentam sem que as associações patronais mostrem vontade de rever algumas matérias importantes, pelo que certamente quererão que os trabalhadores paguem para trabalhar, ao que nós respondemos; NÃO OBRIGADO!
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